Subcultura
Tribos, estéticas e cenas. O nome da roupa, da noite e do fórum.
Subcultura
Cottagecore
Estética de campo imaginário: pão, linho, jardim, um recuo pastoral feito para o feed.
Subcultura
Dark academia
Estética de arquivo e tweed: biblioteca, latim de vitrine, outono eterno, um campus que cabe no Pinterest.
Subcultura
E-girl
Look de internet: blush forte, coração no rosto, cabelo colorido ou partido, feito para a câmera — e, antes disso, um xingamento em jogo.
Subcultura
Emo
Cena que começou como hardcore emocional nos anos 80 e virou look de shopping nos 2000: franja, pulseira, banda na mochila — e xingamento no recreio.
Subcultura
Furry
Fandom de personagens animais com jeito humano: arte, fursona, convenção, às vezes fursuit — e uma fama que a imprensa inflou.
Subcultura
Goth
Tribo britânica do pós-punk: som de cripta, clube noturno e visual preto que a escola ainda confunde com emo.
Subcultura
Jirai kei
Estética japonesa de landmine: doce e ferida ao mesmo tempo, laço, preto e rosa, maquiagem pesada.
Subcultura
Lolita fashion
Estética japonesa de saia rodada, renda e silhueta de boneca — guarda-roupa de adulto, apesar do nome inglês.
Subcultura
Otaku
No Japão, rótulo ambíguo de fã obsessivo; no ocidente, muitas vezes identidade orgulhosa de anime e mangá.
Subcultura
Otherkin
Pessoas que se entendem, em algum plano, como não humanas: mito, criatura, espécie outra.
Subcultura
Punk
Cena de rock curto, recusa e faça-você-mesmo: Nova York em meados dos 1970, Londres em 1976 — o moicano veio depois.
Subcultura
Therian
Pessoa que descreve uma identidade animal não humana como parte de quem é, não só como mascote de fandom.
Subcultura
Visual kei
Cena japonesa em que o visual da banda — maquiagem, cabelo, figurino — é tão central quanto o som.
Subcultura
Weeb
Xingamento ocidental para o fã de anime que se aninha demais no Japão de desenho.
Subcultura
Yami kawaii
Fofura doentia: laço, pastilha, sangue de plástico e um sorriso que não esconde o mal-estar.